Dicas do cerejal

Dicas do cerejal – férias de cidade

27 Agosto, 2019

Ora, as nossas férias não são nada de especial comparadas com as da maior parte das bloggers e suas famílias, a bem dizer que não vamos para resorts all included, nem para turismos de habitação caros cumó raio, nem para aquele parque ali perto de Paris, nem para ilhas e praias paradisíacas, olhem, nem para lado nenhum de jeito.

No entanto, sempre que partilho algumas imagens das nossas passeatas ao jeito de gente pelintra, tenho sempre muita gente a dizer “ah, que lindo”, “ah, vocês fazem tantas coisas giras”, “ah, já aí estive e adorei”, “ah, os miúdos estão com um ar tão feliz”, que quase me convenço que podia viver disto, de ser repórter de viagens, de me especializar em relatar viagens com crianças, de criar conteúdos regulares do que fazer com a miudagem…falta-me é aquela parte importante, aquela coisa chamada dinheiro, pilim, carcanhol, vil metal…pronto, sonha Carla Alexandra, sonha…

Mas vamos ao que interessa. Este ano, e uma vez que tínhamos um casório para os lados de Sintra em Agosto, decidimos aproveitar e passar uns dias por Lisboa e Sintra, ou seja, fazer férias de cidade.

Quando uma pessoa vai de férias com o seu amontoado, qual é o drama maior? Não são as viagens de carro e as perguntas habituais de quem não tem paciência, ou seja, os putos. Não são as milhentas vezes em que as bexigas pequeninas nos forçam a parar. Não é conjugar as várias vontades do que fazer, normalmente contrárias umas às outras e sempre dramáticas, dos vários membros do amontoado. Querem saber o que é? A estadia! O local onde pernoitar e alojar cinco pessoas. Olhem só o que vos digo: uma pessoa se tem a insanidade de ter mais que dois filhos, passa logo, mas logo, para a categoria de rico, a avaliar pelo que tem que pagar de estadia em hotéis e alojamentos, para meter as 5 alminhas a dormir e tomar banho.

Felizmente que este amontoado tem um bando de amigos hiper-mega-altruístas que nos emprestaram a casa para ficarmos esses dias. Nem sei como lhes compensar o favor. Mil obrigados!

Então, estadia resolvida, passei aos preparativos. Vá Lisboa, não é assim um território desconhecido, mas convém sempre planear qualquer coisinha, mas também não planear demasiado.

Primeiro: perguntar aos vários membros o que gostariam de fazer no passeio (e dar em doida, porque ninguém se entende e não escolhem nada igual)

Segundo: verificar preços para famílias numerosas nos vários locais que pretendemos visitar, ver se há algum dia em que as entradas sejam gratuitas e adequar a semana a esses dias, não esquecer levar os cartões de desconto consigo, atestar o carro e verificar pneus e essas coisas, tentar perceber onde se pode deixar o carro sem pagar ou pagar pouco de estacionamento, ler blogs e sites para encontrar dicas importantes, e também não ligar a opiniões e partir ao desconhecido.

Terceiro: procurar nas imediações do sítio onde vão ficar, mercearia ou supermercado para poder tomar pequeno-almoço em casa e fazer refeições simples para evitar gastos desnecessários, porque, em geral, os restaurantes nas férias são sempre caríssimos e aquelas tasquinhas onde vai a malta local, estão normalmente fechadas em Agosto.

Quarto: ter espaço no telemóvel ou máquina fotográfica para poder encher com fotos e registos da viagem

Quinto: optar por mochila para poder carregar água, pequenos snacks, cuecas suplentes para os putos que fazem sempre pinguinhas de xixi em alguma parte da viagem e uns casaquitos finos para o caso de ficar fresco.

Road trip dia 1:

A caminho do Sul, fizemos uma paragem na Nazaré para almoçar e visitar uns queridos amigos que não víamos há anos. A Nazaré estava ao rubro com o Mundialito de Praia a começar nesse dia e com muita gente de férias por lá. Foi muito bom! Aquela marginal, aquela areia tão amarelinha e o mar gigante, a envolvência do Sítio, a animação na praia, o peixe a secar ao sol, fazem da Nazaré uma vila fantástica. Ah, e rever os amigos foi muito bom! Ao fim da tarde estávamos em Lisboa, assentámos arraiais, jantámos em casa. Primeira vez na Nazaré: feito!

Road trip dia 2:

A ida ao Bounce estava há muito prometida, para satisfazer a vontade de duas ginastas, e para não me andarem a chatear a cabeça as férias todas “Então, mas quando é que vamos ao Bounce? Estou a apanhar seca!! Eu queroooo ir ao Bounce!”, decidi que seria mesmo a primeira coisa a fazer no primeiro dia em Lisboa. Ora, optei por ir saltar também, porque se fossem só os putos, o bilhete para os três mais as meias para o Quim ficava em 36€ (levava meias para as miúdas emprestadas); o bilhete de família para os 4 com meias para mim e para o Joaquim, ficou em 40€…era de aproveitar!!! Por isso, como fiz a pesquisa desta informação em adiantado, fui equipada também como a canalha para ir saltar. E foi tão fixeee! Para eles é muito mais fácil e intuitivo, sei lá, são de elástico ou o raio, saltam sem qualquer inibição. Já eu, cof cof, a primeira vez estava toda desconchavada, não sabia entrar no trampolim, não sabia sair, aquela coisa de saltar e sentar e levantar, oh oh, tá quieto, como é que se faz tal coisa? Mas após algum tempo, uma pessoa já lhe toma o jeito e curte como os putos, e uma hora naquilo é dose para quem não se mexe quase nada! No dia a seguir, não me queixava, mas só me apetecia gritar “ai os meus bracinhos, as minhas perninhas!!!”. Portanto, Bounce é fixe e vale a pena ir! Primeira vez no Bounce: feito!

Como três das quatro pessoas, eu incluída, fizeram a tal pinguinha de xixi a saltar, voltámos a casa que era ali perto para mudar de roupa, embora eu a tivesse levado para nos mudarmos no carro. Entretanto, os planos para o dia foram ligeiramente adaptados, porque esta pessoa aqui, levou a casa às costas, mas esqueceu-se de levar uma das coisas necessárias ao que de facto nos levou a Lisboa: a roupa para o casamento para mim e o pai cerejo! Ficou quietinha nos porta-fatos atrás da porta do quarto do meio. Foi isto mesmo que expliquei a uma amiga que por sorte ainda não tinha ido de férias e também por sorte o nosso fiel depositário da chave suplente também estava perto. Então, os nossos amigos super queridos trouxeram-nos a roupita e fomos almoçar ao Ikea (vem uma pessoa para Lisboa para se enfiar no antro de perdição sueco!!!), mas era o que dava mais jeito a todos.

À tarde, baixa de Lisboa com eles. Deixámos o carro entre o Campo Grande e o Saldanha, num parque com via verde (não é barato, mas como só íamos estar umas 3h, fechei os olhos e o carro ficou à sombra e seguro) e fomos de Metro até ao Martim Moniz. Há duas boas formas de nos deslocarmos em Lx, nós sendo turistas. O bilhete diário 24h carris/metro válido durante um dia num número ilimitado de viagens (não optámos por este, porque no dia a seguir não iríamos estar por Lisboa) ou então os cartões pré-pagos Viva Viagem na modalidade Zapping (usámos o branco e custa 0,50€) que são carregados com um valor fixo, onde vai sendo descontado o valor de cada viagem, sendo que no metro é válida uma viagem desde a entrada até à saída e na carris a mesmo picagem tem validade de uma hora. Fizemos as contas ao número de viagens que iríamos gastar e ainda assim, sobraram 2 viagens em cada cartão, mas como tem validade de um ano, podemos gastar noutra altura. As perguntas deles, como funciona o metro, foram super engraçadas! Primeira vez no metropolitano: feito!

Eu queria andar no eléctrico, o 28. Mas quando comecei a pesquisar nos blogs, percebi que iria ser a loucura, visto Lisboa estar carregadinha de turistas e todos quererem fazer as mesmas coisas. Li que apanhar o 28 no Martim Moniz é coisa para demorar horas! Li que aconselham a apanhar o dito no início da viagem, na Estrela, mas como já há muita gente a saber destas dicas, implica ir a viagem toda numa caixa de sardinhas a levar com rabos e partes baixas dos turistas que vão em pé. Mas como eu queria ir para a zona do Castelo, tanto se me dava e li algures que o elétrico 12 também se apanha no Martim Moniz, não tem fila e até faz uma volta mais bonita a subir. E confirmou-se, 10 pessoas na paragem, nós, um casal de turistas, um casal de lisboetas e uma senhora moradora que coitada refilava com toda a gente para se chegarem à frente e darem lugar aos velhinhos e às pessoas com crianças. E com isto conseguiu que me dessem lugar sentada! O 12 também vinha cheio, mas estivemos só 10 minutos à espera e entrámos. A viagem é fixe! Mas era melhor se o eléctrico fosse vazio. Primeira vez no eléctrico: feito.

Saímos nas Portas do Sol e subimos até ao Castelo. Eu também o era, mas não estão bem a ver a quantidade de turistas nas ruas, imensos. Lisboa esta mesmo na moda e ainda bem! Outra coisa que havia aos pontapés, são os tuc tuc… caredo!!! No Castelo de S. Jorge, os adultos pagam 10€, as crianças não pagaram (os residentes também não pagam). Antes de entrarmos no castelo, comeram um gelado ali mesmo ao pé que eu costumo dar comida aos meus filhos antes de entrarem em museus e assim, porque não há nada pior que uma criança com fome atrás de nós a moer-nos o juízo. Ora, se os putos curtiram a visita? Nop! Gostaram da parte da vista sobre Lisboa, ainda sim, porque lhes estive a dar a esfrega, olha ali é o Chiado, ali o Convento do Carmo, olha a ponte tão linda, e ali o Cristo-rei. Agora o castelo mesmo…pois…os meus não apreciam…o Joaquim gostou dos canhões. Elas acharam uma seca. O pai cerejo ainda subiu com dois deles às ameias e desceu com uma cãibra brutal, sendo que uma das cerejinhas ficou ao pé de mim a repetir “eu quero ir à praia!!!”. Portanto, o nosso tempo no castelo de S. Jorge foi quase todo gasto a descansar nos bancos à sombra. Eu gostei, mas confesso que o interior do Castelo podia ter outro tipo de atracção…mesmo aquela parte da exposição é fraquita. De qualquer forma, acho que valeu a pena. Primeira vez a seguir um mapa: feito!

Ora, os tais locais que apanharam o eléctrico connosco, disseram para depois descermos no 28 que dava a volta pela Baixa e parava no Chiado. Olha que boa dica! Já vinha menos cheio e conseguimos ir os 5 sentados. Conduzir um eléctrico é quase um desporto radical, eheheh. No Chiado, fomos picar o ponto ao Fernando Pessoa na Brasileira (as miúdas já sabem quem foi) e estávamos para dar ali uma volta, mas confesso-vos: quando olhei à volta e não se via um centímetro de chão livre, olhámos uns para os outros e fomos embora para casa (também já eram 19h).

Road trip dia 3:

Dia do casamento e foi muito bom.

Road trip dia 4:

Como o Joaquim adormeceu na viagem de regresso na noite anterior, deitou-se sem fazer xixi e a meio da noite, pumbas, lá tivemos que andar a desfazer camas e a ajeitar-nos a dormir todos apertadinhos. Ora, no dia a seguir os planos tiveram que ser adaptados. Vantagens da tecnologia, pesquisar por lavandarias ao pé do sítio onde se está e, sorte a nossa, era na rua de cima. Fomos lá deixar a roupa e enquanto isso, aproveitámos para conhecer o Parque Neudel que é mesmo muito fixe. Super tranquilo e a parte infantil está ao nosso jeito, com desafio e bem estruturada. Depois da roupa estar pronta, fomos às redondezas comprar o almoço.

À tarde os planos eram Cabo da Roca, o ponto mais ocidental da Europa, Praia das Maçãs (que eu não conhecia) e Sintra para comer um travesseiro.

No Cabo da Roca estava uma ventania descomunal, mas foi mesmo muito fixe, fartámo-nos de rir a tirar fotos, ficámos passados com as pessoas a irem para os penhascos mesmo à beirinha tirar fotos (cruzes!!!), tentámos tirar a foto lá no marco onde a terra acaba e o mar começa, mas para isso tínhamos que esperar num fila junto com imensos japoneses e resolvemos tirar foto com a fila para o marco atrás de nós. Eu na palhaçada sempre a dizer “meninos, isto é o local mais perto da América onde vocês já estiveram, não é fixe???”. Mãe, menos, ok? Depois, como sempre, a vontade de fazer xixi aparece nas piores alturas e então, no posto de turismo pagava-se para mijar fazer xixi (com um torniquete, uma máquina toda modernaça e uma funcionária a dar instruções de como usar…quanto é que aquilo terá custado?) e no café era preciso consumir e mostrar o talão para se poder ir ao wc. Ah, esta vidinha de turista é tão boa!!!!!!!!!! Apeteceu-nos colocar um marco a dizer “Cabo da Roca, onde uma família de cinco urina por 2,5€”!!!

Estava um dia nublado (ouvi dizer que está muitas vezes assim por ali) e chegados à Praia das Maçãs, estava frio, mas fomos na mesma e gostámos muito. Ainda molharam os pés, mas não se despiram. Rumo a Sintra, decidimos não ir à Regaleira, nem ao Palácio da Pena, nem a Monserrat… a experiência do Castelo não abonava muito a favor da visita a esses locais, fica para outra altura. Em Sintra, andámos um bom bocado, porque deixámos o carro perto da estação, os putos sempre a refilarem que era longe e temos fome, eu a insistir que tivessem calma que o travesseiro ia valer a pena o esforço, “podemos comer já aqui?”, “não, é na Piriquita que vamos comer o travesseiro, vá lá, confiem”. Felizmente, e também porque já eram 19h, havia mesa livre, não havia fila e os putos gostaram mesmo do dito doce. É tão bom! Levámos uma caixa para casa. Bem, na opinião do meu amontoado, Sintra é giro, mas Coimbra é mais bonita. Uma pessoa tem que ter muita paciência!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Fizemos o percurso de volta com a barriga cheia, já custou menos, e foi divertido ver cada estátua do percurso. Jantámos em casa. Primeiro vez no ponto mais ocidental da Europa: feito!

Road trip dia 5:

O pai cerejo fez anos nesse dia. De manhã, foi relaxar em casa. Ao almoço, fomos a um dos restaurantes de comida cantonense que ele e os amigos que estiveram com ele em Macau conhecem. O almoço foi surpresa, combinei tudo com o pessoal pelo whatsapp (viva!) , o pai cerejo achava que não ia ninguém, os amigos comunicaram que estavam um pouco atrasados, eu a perder-me de propósito para não chegarmos antes deles e no final, surpresa feita.

O resto do dia foi passado com os amigos a passear, eu queria ir a Belém, eles disseram que estava doida que devia estar impossível. Então fomos ao Parque dos Poetas que era ali perto, depois fomos comer um gelado à Santini (uhm…eu acho que uma ou duas gelatarias em Coimbra são melhores…e mais baratas) e no final, fazer a vontade à cerejinha L e molhar os pés no mar. Neste dia não houve primeira vez de nada, porque não era esse o objectivo.

 

Road trip dia 6:

Nesta viagem, abdicámos de ir ao Oceanário porque, além de ser muito caro, o moranguito ainda é pequeno. Ficou prometido para o aniversário dele. Queria ir à Gulbenkian, que não se paga ao domingo à tarde, mas foi trocada por uma caracolada ao lanche, em casa de uns amigos no Montijo (eu não comi, que sou alérgica). Na manhã desse dia, ainda pensei ir então a Belém, mas os putos não queriam andar e então optámos por ir ao Museu da Marioneta que é tão giro! Têm uma caça ao tesouro para as crianças fazerem e assim darem mais atenção às placas, porque tinham que nelas encontrar algumas das pistas. Fizeram o seu espectáculo e teatro de fantoches, e no final, reconheceram o cenário do filme a Suspeita que tinham visto na oficina de animação numas férias escolares. O moranguito também aproveitou muito. A visita ficou por 10€ para os dois adultos, os miúdos não pagaram. No final receberam então o tesouro, um livro com actividades para fazer em casa e recriar algumas das marionetas que viram. Primeira vez no museu da marioneta: feito.

Ainda demos por ali uma volta, mas ao domingo está tudo fechado, excepto um ou outro restaurante caro ou mais virado para adulto. Num deles, que tem um abacate à porta, o meu amontoado ficou muito curioso com a decoração e o empregado convidou-os a ver o espaço, e ainda lhes deu uma semente de abacate a cada um para germinarem com as instruções num papelinho…foi super querido, mesmo não tendo almoçado lá. Decidimos ir para casa, buscar um frango assado e já que tínhamos que fazer as malas, não perdermos mais tempo. Lá fomos então lanchar ao Montijo, fizemos a viagem com os miúdos sempre a dormir e fomos buscar a nossa Ginjolas que nos esperava, serena, mas cheia de saudades.

 

Então, como viram, são umas férias sem nada de especial. Mas como costumo dizer “é o que há!”. Apesar de haver sempre alguma dose de birras dos miúdos, algum desconforto por terem que andar, por não estarem na sua casa, eu tenho para mim que lhes fica sempre alguma coisinha na cabeça, que se lhes desperta sempre algo de diferente, que é assim que se mostra o mundo, que percebem que nem tudo gira à volta da praia e que numa família temos que nos adaptar às opiniões e vontades de todos, que acompanhar os pais nos passeios é fixe.

Foi muito bom ter uma casa à disposição (já disse obrigada?). A cerejinha L diz que um dia gostava de ir para um hotel. Pois, filha, eu também, mas para isso temos que deixar de comer um mês para pagar o absurdo que nos pedem a nós os cinco para ficarmos num hotel…e muitas vezes em quartos separados…vá, mas este artigo não é para refilar sobre isso (embora me apeteça!).

Confesso que gostava de viajar mais, mas olhem, como diz o outro “é a vida, meu amigo”. Sou daquelas que me recuso a ficar em casa só porque não nado em carcanhol. Pois que há muitas coisas que se podem fazer a baixo custo e na verdade, os miúdos contentam-se com pouco…e nós adultos também.

Resta dizer que ainda tenciono fazer um álbum das férias, com as fotos impressas e os bilhetes e outras recordações colados…assim à antiga, como eu fazia no meu tempo.

 

 

 

  • Responder
    Ana Afonso
    28 Agosto, 2019 at 21:52

    Ja te disse que me fazes sempre lembrar a minha mãe 🙂 somos do Cacém e os nossos passeios eram assim, dar milho aos pombos em Lisboa (quando ainda se podia), ir ver os pavões ao jardim botânico, etc. Só andar de comboio ou metro era, por si só, uma diversão. Máxima da minha mãe: “pobrete mas alegrete”
    Agora moro na Tapada das Mercês, a casa não é muito grande nem nada de luxos (eu continuo a linhagem de pobretanas) mas com boa vontade cabemos todos. Não deixem de visitar estes lados por falta de alojamento, que isto tem muito para ver 🙂

    • Responder
      mamã cereja
      30 Agosto, 2019 at 14:27

      Oh!!!!!!! Que querida! Obrigada <3 (uma mãe fantástica, com certeza!)

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