Este projecto já era para ter saído no início do ano passado. Mas eu às vezes sou como aquele do “fala, fala e não diz nada”, ou melhor “fala, fala e não faz nada”. Já tinha apalavrado a rubrica com a Ana da Pinknounou (já te escrevo a dar pormenores) e, apesar de ela ainda não saber, com a Tartaruga maior (ehehe, tadinha, vai ter um colapso quando souber que de vez em quando vai ter que escrever qualquer coisa com dia e hora marcada). Ainda ando a pensar noutra pessoa…

Achei que este seria um bom tema para iniciar os artigos no blog no novo ano.

Começo eu:

As cerejinhas têm livros desde cedo, muito cedo. Livros que não eram apropriados para a idade, livros de bébé, livros com muitas histórias, livros enormes, livros pequenos, livros só com imagens. O moranguito também já gosta, mas como tem os livros desde ainda mais cedo que as manas e ainda é um bocado trapalhão, estraga-os muito mais do que as irmãs…vou tentando que sobrevivam nas mãos dele.

Temos livros preferidos, são muitos. Mas hoje destaco o último que recebemos (o pai natal é um gajo fixe e actualizado!). É o primeiro e único livro sem imagens. E é espectaculaaaaaaaar! Um sucesso. Só lido 🙂

E o vídeo de apresentação do livro (nunca hei-de chegar aos calcanhares do Serafim, mas a criançada também soltou umas boas gargalhadas comigo; vejam também o vídeo do próprio autor a ler o livro para um montão de miúdos)

(escolha by mamã cereja)