As cerejinhas receberam este livro.

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Adorámos a prenda 🙂

 

Ao ler a parte das máquinas fotográficas antigas e das fotos tiradas num rolo, lembrei-me que não fazíamos ideia como estavam até as tirarmos do envelope entregue pelo fotógrafo, depois de revelado o rolo. Pensei nas selfies, pensei nas minhas fotos de antigamente. Constatei que se ganhou em dinheiro e perfeição. Mas perdeu-se em surpresa e espontaneidade. E também deixámos de pedir ajuda a alguém que passa para nos tirar uma foto. Seguia-se a pergunta “onde é que se carrega?” e a resposta a explicar onde estava o botão milagroso. Depois corríamos para junto dos nossos, sorríamos e fazíamos figas para a foto não ficar tremida, nem nos terem cortado os pés ou a cabeça. Perdeu-se este contacto com alguém que estava sempre ali a jeito e que foi substituído por invenções como o “pau para as selfies”…vá…o selfie-stick.

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estão lá todas 🙂

Lembrei-me de ir ao baú e fui buscar algumas das minhas fotos, tiradas por alguém de nós ou por um desconhecido que estava ali ao lado, e que saíram falhadas. Adoro-as!

primeira_do_rolo

A primeira do rolo, sempre queimada.

póvoa

Um enquadramento do caraças!

dia_de_prova

Aquela vela…

bébé_xana

Não fosse a cabeça cortada e a foto era perfeita

paris

A minha preferida! A senhora fartou-se de fazer o gesto para nos juntarmos mais…aa nossas expressões estão demais, adoro, adoro!

E vocês, também têm destes exemplos?