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A vóvó esta cá esta semana. No dia em que chegou, as cerejinhas pediram-me “mamã, podemos ficar em casa um dia com a vóvó?”. Claro que podem. E foi ontem. E estavam todas felizes quando cheguei a casa (com imensa coisa espalhada por todo o lado, mas pronto, estavam felizes e contentes).
Curiosamente, coincidiu com o desabafo de uma amiga que lhe parte o coração ouvir o filho dizer que se sente triste por não ter avós, perto dele.
Por cá também não temos a vóvó por perto, mas em geral, vem cá uma vez por mês. Falar ao telefone não é a mesma coisa, não sabe tão bem. E também tenho muita pena que as cerejinhas e o moranguito não tenham mais avós (como desabafei aqui).
Então, fiquei a pensar nisto. Como poderia ajudar o filho da minha amiga (que é um doce de miúdo, com uma sensibilidade tão bonita) a lidar com isto de não ter avós e de ver todos os dias os avós dos amigos a irem buscá-los à escola, de irem passar férias a casa dos avós, o Natal…
Por isso, hoje peço a vossa ajuda, dicas e solidariedade; não para as minhas meninas, mas para o pequeno T (e para a mamã dele) que tem esta tristeza de não ter avós. Conto convosco!
Obrigada!